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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

CORDEL NA NOVELA

CORDEL NA NOVELA
*
Hoje na televisão
Tem vez mulher e cordel.
Eu festejo este papel
Também louvo a produção
Que em sua atuação
Propaga a literatura.
As vendas, canto e leitura,
Ocupam a mesma tela
Enobrecendo a novela
Onde o cordel é cultura
*
Texto e foto de Dalinha Catunda.
Na foto estou no Rio de Janeiro na feira da providência vendendo cordel.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Sala de visitas recebe ZILMA FERREIRA PINTO

 Cordel de Saia recebe a poetiza e cordelista. Agradecemos a Nelcimá de Morais a remessa dos versos.
Zilma Ferreira Pinto
 
Abram alas, meus senhores,
para o verso popular
que em nosso Cordel de Saia
a mulher tomou lugar.
É cordel feito ciranda
cantada à beira do mar
*
Vem de lá Xica Barbosa
com seu repente brilhante.
Vem Zilma Ferreira Pinto
Vem Socorro Cavalcante.
Nelcimá e tantas outras
Levando o cordel adiante.
*
Abram alas, meus senhores,
pra ciranda do cordel.
Que nesta nossa ciranda
a mulher tem seu papel.
E o cordel que ela canta
tem a doçura do mel.

(Zilma Ferreira Pinto, poetisa e cordelista)

paraibana, autora dos cordéis.
Obras publicadas:
- Romance de Mané Besta e da Princesa Sabida
- A Demanda do Santo Graal
- A historia da Santa Igreja de Abraão e Jesus Cristo
- O Romance de Ferdinando e Maria
- Os Mártires de Cunhaú
- O caso do fogo de Ageu acontecido em Barra de Santana na ribeira do Paraíba do Norte
- A vida de Maria da Pedra ou a gesta de uma mulher que se tornou personagem do Parque da Pedra da Boca.

Cabedelo, 17 de outubro de 2011.

domingo, 11 de agosto de 2013

SER PAI

SER PAI
*
Ser pai é cuidar do filho
Dar limite e atenção.
Dar conselho, dar exemplo,
Assinalar direção
E sempre que for preciso
Pai deve estender a mão.
*
Versos: Dalinha Catunda
Foto: olhares-psi.blogspot.com
Minha homenagem a todos os pais.

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Sala de Visita Recebe, Edimar Monteiro

Nosso papa é argentino
Mas meu Deus é brasileiro
*
Um Brasil em euforia
Pelo Papa aqui ter vindo
Nossa gente está sorrindo
Transbordando de alegria
Era tudo que queria
Este povo alvissareiro
Ter um Papa verdadeiro
E do mundo peregrino
Nosso papa é argentino
Mas meu Deus é brasileiro
*
Renovou as esperanças
De ter um mundo melhor
Pois só tem ao derredor
Crueldade e matanças
Deixou-nos as lembranças
Do filho do carpinteiro
Um legítimo mensageiro
Do fiel amor divino
Nosso papa é argentino
Mas meu Deus é brasileiro
*
Texto e foto de Edimar Monteiro

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Interação de Dalinha Catunda e Glória Braga

DALINHA CATUNDA
*
Pensando num tal sujeito
Fico desorientada
Minha pena vira nada
E nem escrevo direito
Eu topo qualquer preito
Pra ganhar seu coração
Sem ele perco a razão
Perco rumo e estribeira
Me queimo feito fogueira
E a pena cai pelo chão.

*
Com ele no pensamento
Minha pena desatina
Quando meu amor destina
Seu calor nesse momento.
Fico sem discernimento
Com tanto amor e paixão…
Não penso em mais nada não,
E pego a falar besteira
Me queimo como fogueira
E a pena cai pelo chão…