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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

- RICO OU POBRE, O CEMITÉRIO RECEBE DO MESMO JEITO.



- RICO OU POBRE, O CEMITÉRIO
RECEBE DO MESMO JEITO.
*
A dor que ensina a viver
Pode provocar sequela,
O vento que apaga a vela
Também ajuda acender,
Um rio depois de encher
Termina perdendo o leito,
Tem tudo o mesmo conceito
Depois de levado a sério
- RICO OU POBRE O CEMITÉRIO
RECEBE DO MESMO JEITO
Pedro Ernesto Filho
*
Quem enaltece a vaidade
E se veste de arrogância
Não sabe da relevância
D’uma vida de verdade,
Pois a lei na realidade
Abrange qualquer sujeito
Morte não tem preconceito,
E não sei se tem critério
- RICO OU POBRE, O CEMITÉRIO
RECEBE DO MESMO JEITO.
Dalinha Catunda
*
Ilustração Dalinha Catunda

terça-feira, 29 de outubro de 2013

A Homenagem de Gil

 Cartão que recebi do meu amigo Victor Manuel Esteves Gil direto de Portugal, a quem agradeço pelas carinhosas palavras, Gil. Meu abraço, amigo.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

AS MULHERES DO CORDEL

Versos de Ilza Bezerra
Maria das Tiras: uma plural mulher
.
Com aquele ar tão cansado
Pelas ruas vai pensando
Sem temer nenhum perigo
Pra muitos sai semeando
O seu discurso espontâneo
De repente vai cantando:
.
- Que acontecerá comigo
Vivendo neste lugar?
Sei que sou uma cidadã
Mas tropeço ao caminhar
Pois tenho fome de tudo
E estou sempre a lamentar!
.
MARIA ILZA BEZERRA nasceu a 22 de dezembro de 1959, em Fronteiras - Piauí.
Alfabetizada pela sua mãe (costureira), o seu primeiro contato com o mundo
da leitura foi através dos romances de cordel, dentre eles: Iracema, O Macaco
Misterioso, O Pavão Misterioso, Coco Verde e Melancia..., que lia
diariamente para seus pais e vizinhos idosos. Mais tarde descobriu os clássicos
da literatura, como William Shakespeare. É graduada em Letras e Especialista
em Literatura Brasileira, Ensino, Comunicação e Cultura Contadora de histórias, usa o cordel como seu porta-voz. Lançou Tudo é um Momento (poemas),
1998. Foi premiada com A Produção Poética - Projeto Vídeo Escola
Maceió - AL, 1998. Participou do Concurso Nacional de Literatura do Sindicato
dos Escritores de Alagoas-1999. Publicou também “Nas Garras do Gavião”
e “A verdadeira História de Maria das Tiras”, pela editora
Tupynanquim. Essa é terceira edição desse seu primeiro trabalho editado pela
Luzeiro.
Contato com a autora

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Outubro cor-de-rosa

Outubro cor-de-rosa

É neste mês de outubro

Com o mundo todo rosado
Que temos uma grande torcida
E um belo laço usado
Esse laço cor-de-rosa
Tem o amor representado.

Representa uma causa
De uma forma elegante
Dedicada às mulheres
E ao seu representante
Bem bonita e feminina
Com um jeito bem motivante.

Motivando a mulher
Para uma boa prevenção
Fazer sempre seu exame
Dar sua participação
Para do câncer de mama
Vermos diminuição.

O diagnóstico precoce
Tem a sua importância
Não se deve ter receio
Nem deixar que a ignorância
Faça de você uma vítima
E oculte a sua relevância.

Outubro é mês de campanha
Pra nossa conscientização
Todo o mundo tá ligado
É grande a preocupação
Faça agora a sua parte
Valorize o seu corpão.

Não desperdice o incentivo
Passe você a se cuidar
Não adianta campanhas
Se a mulher não cooperar
Entre nessa com afinco
Pra sua vida melhorar.

Valorize bem a vida
Que Deus lhe presenteou
Cuidar dela com carinho
Também é prova de amor
Por aquele Ser supremo
Que é o nosso Criador.

Maria Nelcimá Morais Santos - 22/10/13

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Cordéis de Manoel Monteiro

Prezado Manoel Monteiro
Agradeço a atenção
Recebi os seus cordéis
Adorei a doação
Confesso fiquei contente
Gostei muito do presente
Vai pra minha coleção.
*
Dalinha Catunda