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sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Carreirão de ALCINETE GONÇALVES


 

MEU CARREIRÃO

Se a moda é carreirão

Vou entrar na brincadeira

Sou Alcinete Gonçalves

E da família Pereira

Também tenho muito orgulho

De nascer na Cachoeira

Andei por muitos lugares

Já atravessei fronteira

Mas descobri que não há

Lugar melhor que a primeira

Por isso voltei pra cá

E me tornei jardineira

Mexo com água e com terra

Isso não me dá canseira

Aqui eu quero viver

O resto da vida inteira

*

Carreirão de Alcinete Gonçalves

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

O CARREIRÃO DE CHICA EMÍDIO

 

MEU CARREIRÃO – CHICA EMÍDIO

Saí lá do Potengi
Sem eira nem estribeira
Para estudar no Crato,
Minha vontade primeira.
Morava na São José
Bem em cima da ladeira.
Pra subir, tinha coragem;
Pra descer, uma brincadeira.
Caminhava meia légua,
Mas considerava asneira.
Subi morro e desci morro,
Enfrentei muita barreira.
Não passei fome nem sede,
Consegui ser artilheira
Desse meu objetivo,
Fui até a pioneira
Lá de casa, nos estudos;
Por ter nascido guerreira,
Hoje me orgulho de tudo.
Agradeço a trabalheira.
E aos que me deram abrigo:
Os primos da Cachoeira.
Sou como gado Zebu,
Me adapto em qualquer biqueira.
Venci com garra e com fé
Porque sou uma brasileira.

Chica Emídio.

Carreirão de Francisca Gonçalves Emídio

Postado por Dalinha Catunda

dalinhaac@gmail.com


O CARREIRÃO DE PEQUISEIRA - LÚCIA LUNA

 

CARREIRÃO DE PEQUISEIRA

LÚCIA LUNA

*

Tentando aqui expressar

De maneira verdadeira

A alegria de escrever

Essa é a vez primeira

Publicando meus escritos

Mesmo sendo brincadeira

Junto a tantos talentos

Que de forma costumeira

Falam de vários assuntos

Rimando de toda maneira

Fazendo muita diferença

Pra quem pensa que é besteira

Escrever em verso e prosa

É moda bem brasileira

Moro em Caruaru

Mas eu sou é pequiseira

Nasci no Cratim de açúcar

De terra canavieira

Tô aprendendo com Dalinha

Poetisa de Ipueira (s).

*

Lúcia Luna - Caruaru (PE)

postagem de Dalinha Catunda



sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Carreirão de Anilda Figueirêdo

 

MEU CARREIRÃO

Vou pegar meu carreirão,
sou Anilda Figueirêdo,
das bandas do Cariri,
de onça não tenho medo,
chorei quando vim ao mundo,
mas vou contar um segredo:
fui exemplada na peia,
mas você não trisca o dedo,
montei em cavalo brabo,
debaixo de arvoredo,
em noite de lua cheia,
dormi tarde e acordei cedo,
ralei muita mandioca
na farinhada de Alfredo,
no Engenho do São Bento
vi caldo de cana azedo,
comi rapadura quente,
e depois peguei o bredo,
o meu verso não empanca,
se quiser, mando torpedo,
meu cordel tem conteúdo,
rima, métrica e enredo,
defendo nossa cultura,
porém, não faço arremedo,
se vier me enfrentar,
pode até sofrer degredo,
não sou Altino Alagoano,
mas meu verso é um rochedo.

(Anilda Figueirêdo)
Postagem de Dalinha Catunda cad. 25 da ABLC
dalinhaac@gmail.com

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

AS CIRANDEIRAS DO CORDEL NO ENCONTRO DE POETAS EM IPUEIRAS


Obrigada, CIRANDEIRAS.
O grupo, Cirandeiras do Cordel, é composto por mulheres que cantam e encantam animando os eventos e repassando para as novas gerações os seus conhecimentos. São professoras, poetisas e artesãs.
Agradeço o grupo de cirandeiras que fez bonito no VII ENCONTRO NACIONAL DE POETAS CORDELISTAS EM IPUEIRAS.

A CIRANDEIRAS DO CORDEL
*
DALINHA CATUNDA
Eu sou Dalinha Catunda
Cordelista a cirandar
Na roda dessa ciranda
Quero o cordel divulgar
Sou a força da Mulher
Na Cultura popular.
*
ANILDA FIGUEIRADO
Sou Anilda Figueiredo
O cordel me leva além
Marco o passo da ciranda
Que o cordel no meio tem
Cordel em sala de aula
Não demora logo vem.
*
LINDICÁSSIA NASCIMENTO
Lindicássia Nascimento
Assim eu fui batizada
Gosto muito de ciranda
Adoro saia rodada
E para louvar cordel
Sou poeta preparada.
*
CHICA EMÍDIO
O meu nome é Chica Emídio
Sou professora e atriz
No meio duma ciranda
Danço canto e peço bis
E se tem cordel no meio
Eu sou muito mais feliz.
*
DENISE PRIMO
Chamo-me Denise Primo
Poetisa também sou
Tenho dó de quem entrou
Na ciranda e não dançou
Tenho dó de quem já leu
Um cordel e não gostou.
*
FATIMA CORREIA
Sou a Fátima Correia
Danço, canto e represento
Com uma flor no cabelo
Faceira eu me apresento
Da ciranda e do cordel
Não tiro meu pensamento.
*
FÁTIMA PRADO
Fátima Prado é meu nome
O Cratinho é meu lugar
Eu vim pra dançar Ciranda
Pois gosto de cirandar
Vou rodar a minha saia
Vou cantar e vou dançar.
*
VÂNIA FREITAS
O meu nome é Vânia Freitas
Sou cirandeira também
Faço arte, faço graça
Meu sorriso ninguém tem
É por isso que o Pardal
Só cisca no meu xerém.
*
Versos de Dalinha Catunda

terça-feira, 1 de outubro de 2019

SEM MEU VESTIDO DE NOIVA


SEM MEU VESTIDO DE NOIVA
*
Ando bem aperreada
Sem saber o que fazer
O meu vestido de noiva
Não sei como fui perder
Procurei por todo canto
Sei que vou chegar ao pranto
Se ele não aparecer.
*
Não sei se ele foi roubado
Se esqueci nalgum lugar
Só sei que vou ficar triste
Se o vestido eu não achar
Pois não quero um diferente
Para casar novamente
Porque pode dar azar.
*
Tinha grinalda bonita
Presente de Josenir
Tinha flores tinha tule
Que eu gostava de exibir
A saia era rodada
A blusa toda rendada
Nunca cansei de vestir.
*
Perdi a conta dos noivos
Que casei e casei bem:
Casei com Luiz Ademar,
E com Santini também
Me casei com Severino
E até com Tranquilino
E mais noivo sei que tem.
*
Pro santo casamenteiro
Fiz promessa e oração
Pra ter de volto o vestido
Que me deu tanta emoção
Peço agora uma corrente,
Pro vestido novamente
Vir parar em minha mão.
*
Fotos e versos de Dalinha Catunda cad. 25 da ABLC
dalinhaac@gmail.com

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Dalinha Catunda no roteiro cultural no Cariri


Da agenda cultural no Ceará.
No dia 16 de agosto estive no Instituto Cultural do Cariri, em Crato, participando do lançamento do livro do escritor Geraldo Ananias Pinheiro. Marcas na Alma.
La estive na companhia de Josenir Lacerda, Miguel Teles, Francisca Emídio e Fátima Correia.

Nota de Dalinha Catunda cad.25 da ABLC
dalinhaac@gmail.com

segunda-feira, 10 de junho de 2019

CARREIRÃO PRA PEDRO BANDEIRA















AO MESTRE PEDRO BANDEIRA
.
O bardo Pedro Bandeira
Hoje muda de idade.
Desejo ao grande poeta
Saúde e felicidade.
Uma semana inteira
De glória e festividade
Que “Padim Ciço” proteja
Da inveja e da maldade.
Que a mãe das Dores lhe cubra
Com seu manto de bondade.
Que o bom Deus lhe conceda
Sucesso e prosperidade.
Que a musa mantenha sempre
Com ele cumplicidade.
Nossa Senhora da Penha
Dê paz e serenidade.
Que Santo Antônio abençoe
Os Laços da lealdade.
Que a luz da sabedoria
Brilhe com Intensidade.
Que São Gonçalo conserve
Sua força de vontade.
Que Jesus Cristo mantenha
Essa jovialidade.
Pra sempre seja louvado
Esse bardo de verdade.
Ao mestre do carreirão
Desculpas por caridade.
Nossa maior intenção
Repleta de humildade.
Foi lhe homenagear
Isso não é novidade.
É doar como presente
Nossa sincera amizade.
Viva, pois Pedro Bandeira
Artista de qualidade!
*
Um carreirão em homenagem a Pedro Bandeira
Da autoria de Dalinha Catunda e Josenir Lacerda
*

terça-feira, 4 de setembro de 2018

AS TRÊS PIXOTAS DE POÁ















AS TRÊS PIXOTAS DE POÁ

*
As três “pixotas” fogosas
Partiram pra capital.
Na casa de margarida
Ficaram com seu aval,
E na hora de dormir
Eu quase morro de rir
Da roupa que era igual.
*
Camisola e Baby doll
Tinham o mesmo padrão
As moranguinhos de ITU
Encheram logo o colchão
Cada qual a mais fofinha
Para não dizer gordinha
Pois pode dar confusão.
*
Quando eu olhei para o trio,
Disse: Só no Ceará!
Todo mundo de vermelho
As três santas de poá
Lindicássia Nascimento
Com seu atrevimento
Foi dizendo: Venham cá!
*
- Nós estamos é tão linda,
Que eu vou já fotografar!
Eu ainda quis correr,
Mas linda com o celular
Fez o que não devia:
A nossa fotografia
Só por isso eu vou postar.
*

terça-feira, 10 de julho de 2018

SOL E LUA por Lindicássia Nascimento

Hoje eu vi o sol saudando
Com ar de apaixonado
A deusa da noite clara
Com raio iluminado
Eu vi no céu toda nua
Pendurada, linda, lua
Deixando- o inebriado.
*

Lindicássia Nascimento.
Poeta de Cordel e Presidente da Sociedade dos Poetas de Barbalha.

segunda-feira, 25 de junho de 2018

JORNADA CULTURAL EM BARBALHA


CAPOEIRA, MACULELÊ E SAMBA DE RODA
NO TERREIRO DE MESTRE CHICO DO CEARÁ
Nas andanças pelo cariri, participei do primeiro MUNGUNZÁ COM POESIAS VERSOS E PROSAS INTINERANTE. Um projeto criado pela SOCIEDADA DOS POETAS DE BARBALHA.
Um dos mais bonitos eventos que já participei. Aconteceu na comunidade do poeta Dão de Jaime, no sítio Santo Antônio de Arajara.  No Terreiro Cultural do Arte e Tradição de Mestre Chico do Ceará, nunca vi tanta animação.  Eu poderia falar dos visitantes, dos poetas que se apresentaram, mas no fundo nós fomos apenas, (mas com muito prazer) figurantes.
Pois quem deu um show de verdade foi a família de Dão de Jaime, tendo no comando mestre Chico do Ceará e sua esposa Socorro. A família inteira: Mulher, marido, filhos sobrinhos, numa perfeita interação, se apresentaram com samba de roda, Maculelê e Capoeira.
Nem precisa dizer que todo mundo entrou na dança. Foi uma alegria total. Esse sim, é o Brasil que eu quero.
Não posso deixar de falar do lançamento do cordel OS MILAGRES DO LIMÃO, de Dão de Jaime.
Fui em companhia do casal Josenir Lacerda e nos acompanhando Luiz Isael e Fátima Prado.
Quero agradecer aqui a Caravana Cultural da SPB, organizada pela presidente, Lindicássia Nascimento e dizer da minha alegria em participar do primeiro Mungunzá Itinerante.
Foi show de bola mesmo.
Todos estão de parabéns.
*
Dalinha Catunda

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Com Josenir Lacerda e a Literatura de Cordel

ONDE E COM QUEM
No Cordel E Arte, com a poetisa Josenir Lacerda, numa conversa muito produtiva, sobre literatura de cordel, com alunos do Curso de Turismo do SENAC.
Para quem ainda não conhece o Cordel E Arte, é um espaço cultural administrado por Josenir Lacerda. Nesse espaço, Josenir recebe alunos de variadas escolas, ou a procura de cordéis, ou para palestras sobre cultura popular. 
Sendo Josenir Lacerda poetisa e artesã, esse seu espaço, que é uma extensão de sua casa, transformou-se num ponto de cultura, onde além de seus cordéis e artesanatos, poetas, poetisas e cantadores, em sua boa parte, deixam seus cordéis. livros e cds em consignação para serem comercializado. E com essa proposta a casa é muito procurada por turistas ligados a cultura do Cariri.
Agradecer a Josenir Lacerda, por me proporcionar momentos especiais ao seu lado é simplesmente me repetir. Gratidão sempre será meu mote.
Dalinha Catunda

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Homenagem a Pedro Bandeira no CCBN em Juazeiro - CE


DA AGENDA CULTURAL – ONDE E QUANDO
No Centro Cultural que realizou mais uma edição da Cantoria Mensal,
 Na terça feira, dia 08 de maio, no Teatro do Centro Cultural Banco do Nordeste,
em Juazeiro do Norte-CE.
A cantoria aconteceu em homenagem ao poeta Pedro Bandeira,
Com os poetas Gilmar de Oliveira e Cícero Justino
Evento foi apresentado por Vandinho Pereira, radialista e apresentador da TV Verde Vale de Juazeiro do Norte-CE.
Com participações de: Junior de Maciço de Baturité e Tranquilino Ripuxado.
Nas apresentações tivemos poetas como:  Anilda Figueiredo, Josenir Lacerda, Ernane Tavares, ,Rosário Lustosa, Francisca Emídio e essa que vos fala, Dalinha Catunda.
Entre outros convidados, marcando presença tivemos: Miguel Teles, Fátima Prado apologistas da cultura popular.
Infelizmente foram poucas as fotos e não tive como expor todos os convidados. Quem tiver outras fotografias e quiser me enviar acrescentarei.
Dalinha Catunda

terça-feira, 12 de junho de 2018

Com Bastinha Job, no Crato


COM BASTINHA JOB, NO CRATO.
*
Quando eu estive no Crato
Pra minha satisfação
Encontrei com muita gente
E alegrei meu coração
Uma delas foi Bastinha
Que foi abraçar Dalinha
Foi grande minha emoção.
*
Bastinha chegou sorrindo
Com o seu Branco de lado
Nós conversamos bastante
Do futuro e do passado
Na casa de Josenir
Para onde eu gosto de ir
E tenho o lugar guardado.
*
Job, levou Chocolate
Para adoçar minha vida
Levou a sua presença
Que me deixou comovida
Aqui quero agradecer
E falar que é um prazer
Ver essa gente querida.
*
Branco e Bastinha foram
Para ver o lançamento
Do meu Cordel na Feira
Prestigiando o Evento
A todos muito obrigada
É tão bom ser abraçada
Só me traz contentamento.
*
Versos de Dalinha Catunda




domingo, 10 de junho de 2018

Cantoria Pé de Parede com Pedro Bandeira e Bule Bule


DA AGENDA CULTURAL NO CARIRI – CANTORIA DE PÉ DE PAREDE
I SEMANA CULTURAL POETA PEDRO BANDEIRA
Estive em alguns dos eventos em Homenagem ao Pedro Bandeira de Caldas no Cariri, na I SEMANA CULTURAL POETA PEDRO BANDEIRA.
Lá estive na companhia do casal Miguel Teles e Josenir Lacerda e conosco também foram: Luiz Isael, Tranquilino Repuxado, Luciano Carneiro e Dariany Sami. 
Encontrar meu amigo, Pedro Bandeira de quem sou madrinha na Academia Brasileira de Literatura de Cordel, receber o seu abraço e ouvir suas gentis palavras, realmente, me deixou nas nuvens.
Prestigiando o evento e juntando-se a nós, tivemos a presença do presidente da ABLC, Gonçalo Ferreira da Silva, deixando a noite bem mais agradável e mais rica culturalmente.
A presença marcante de Bule Bule, foi chama a iluminar o ambiente. Estreitar a amizade com o poeta da Bahia valeu a noite.
Tudo isso aconteceu num lugar mágico, no centro de Juazeiro. Na Cantina Zé Ferreira!
É um sobrado antigo, na parte alta tem um cinema maravilhoso que me deixou de queixo caído. Os cartazes de filmes antigos espalhados por todo lado, compondo uma decoração delirante. Confesso que fiz até pose para fotografar e me senti uma estrela no ambiente.
*
A Cantina propriamente dita, fica no quintal da casa, com mesas embaixo das árvores. Um palco maravilhoso, um espaço rico em cultura. E foi lá que se deu a CANTORIA DE PÉ DE PAREDE com o mestre Pedro Bandeira e o animado Bule Bule, com direito a bandeja e tudo mais.
Na cantina conheci uma mulher especial, muito animada, já conhecia meus trabalhos via face, Célia Morais, fiquei fã. E com certeza com ela quando eu for ao Cariri, vou aprender a CANTINAR.
Não posso deixar de registrar a simpática presença da amiga Rosângela Tenório com sua alegri a sempre circulando entre os convidados.
Texto e fotos de Dalinha Catunda.

terça-feira, 5 de junho de 2018

BARBALHA - TRILHA CULTURAL - SPB - 2018


O II ROTEIRO TURÍSTICO POÉTICO DA SOCIEDADE DOS POETAS DE BARBALHA.
A Sociedade dos Poetas de Barbalha chega com sucesso a II Trilha da Poesia, a primeira foi ótima e a segunda superou, pelas previsões, certamente ela fará parte do roteiro, não só turístico, como cultural de Barbalha.
Mais uma vez tudo começou na Cabana do Cordel, com um farto café da manhã e com a fala de cada poeta, ali presente.
Logo após o café, nos dirigimos ao Geossítio Riacho do Meio para cumprirmos o roteiro definido antecipadamente, ciceroneados por Francisco De Assis Sousa, o historiador da SPB mais conhecido como Tiquinho. Novamente ele se esmerou para nos repassar seus conhecimentos o que fez com muita naturalidade.
Fechamos a trilha com chave de ouro no Balneário Caminho das Águas, no Caldas.
Com muita música, forró, com Bruno Santos, e Francildo soltando a voz também.
Quero agradecer o carinho de todos e principalmente a Lindicássia Nascimento e sua equipe de organização. E dizer que se Deus quiser estarei novamente Barbalhando-me.
Meu abraço a todos,
Dalinha Catunda

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

A Viola falou mais alto no evento em Ipueiras





Retalhos do evento.

Quando a viola falou mais alto.
Entre muitas atrações no V Encontro de Poetas Cordelista na Cidade de Ipueiras, destaco a presença e a apresentação da dupla, Aldemá de Marais e Marlon Torres, poetas e cantadores.
A dupla além de cantar algumas modalidades do repente, brincaram com a plateia animando o evento. Quando a dupla de desfez, Marlon deu um show soltando a voz com um repertório de primeira.
No final da festa formou-se uma animada roda onde todos cantavam, e Tião Simpatia com Marlon e Aldemá de Morais acompanhavam com suas violas.
Como se diz no meu Ceará: “Foi só o ouro”.
Dalinha Catunda


terça-feira, 31 de outubro de 2017

UM CANTO PARA MACIÇO DE BATURITÉ


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UM CANTO PARA MACIÇO DE BATURITÉ
*
A sombra d’ uma mangueira
Ao calor do pensamento
Com o olhar fixo no nada
Reflete sobre o momento
Conjectura sobre vida
Abre e magoa a ferida
Em minutos de lamento.
*
Deixa a maleta de lado
Aberta largada ao chão
Enquanto bate no peito
As cordas do coração
Que pulsam pelo país
Sem conseguir ser feliz
Sem entender a nação.
*
A paz está no seu corpo
Entintando a vestimenta
Pois a guerra em cada esquina
É algo que lhe atormenta
Sentindo essa imprecisão
Sonha com a solução
E a realidade lamenta.
*
Foto de Tranqulino
Versos de Dalinha Catunda

.