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sábado, 2 de novembro de 2024

Dalinha Catunda por Lindicássia Nascimento


 Hoje é um dia muito especial, data importante no ciclo da vida, e que marca a história dessa grande mulher, desde o ventre de Dona Neusa ( in memória) pois, foi nesta data, aos vinte e oito dias do mês dez, que nascera Maria de Lourdes Aragão Catunda, a indescritível poeta Dalinha Catunda. Nela, eu vejo a maior Cordelista do Brasil, uma das maiores motivadoras e incentivadora da literatura de cordel e das inovações dessa cultura. 

Dalinha Catunda, é o retrato da mulher sertaneja em tempos modernos na cidade grande, pulso firme e pé no chão. Essa característica é própria dela, pois nunca perdeu sua essência nem suas raízes, pelo contrário, sempre exaltou e exalta seu torrão por todos os lugares nos mais variados espaços. 
Sua poesia é autêntica, sua sensibilidade é notória. Ela sabe distribuir versos, espalhar poesia e "destrinchar " com maestria o cordel e suas nuances, como verdadeira guardiã desse patrimônio cultural. Uma verdadeira mestra dos saberes tradicionais e populares do país.

Por isso e por tanto, minha profunda admiração, e o desejo de vê-la nessa trajetória, por longos anos.
 
Querida amiga, Dalinha, poeta que eu quero bem, que Deus lhe abençoe grandemente com ricas bençãos de saúde paz e luz.

Um beijo grande 😘 Feliz aniversário!


Lindicássia Nascimento 
Presidente da Sociedade dos Poetas de Barbalha 

28 de Outubro de 2024
Registrando e agradecendo os votos de felicidades de minha amiga, LindicássiaNascimento.
Obrigada pela lembrança e pelo carinho de um texto tão bonito.
Bjs e obrigada
Dalinha Catunda

segunda-feira, 20 de março de 2023

Meu Baú do Cordel

 

DALINHA, MALA E BAÚ

*

Tenho baú, tenho mala,

Para meu cordel guardar.

Na mente guardo também,

Para poder declamar.

Tem profanos e sagrados

Das cidades e dos prados

Quem quiser pode chegar.

Dalinha Catunda

*

Essa maleta tem muitos

Cordéis que estão na linha,

É tão grande a quantidade

Que a mala está cheinha,

Outra mala igual não há

E onde Dalinha está

"Tá" a mala de Dalinha.

Poeta Joames

*

Esse baú da Dalinha

vai muito além do cordel,

tem dotes, rimas e versos

tudo gravado em papel.

Encantos em poesias

escritos no dia-a-dia

dignos de Prêmio Nobel!

David Ferreira

*

Foto: Dalinha Catunda

dalinhaac@gmail.com

domingo, 5 de maio de 2013

Comentário Escolhido

O poeta Severino Honorato em Comentário Escolhido
*
Que bela iniciativa
A PUC toma partido
Numa ação conclusiva
Em ato estabelecido
Opção reflexiva
Ao Cordel, novo sentido!

Para completar a trama
Bambas se fazem presentes
Poeta Gonçalo chama
Num improviso somente
Dalinha se apresenta
Ao Zé Maria da gente!

Ressalve-se as proporções
Neste ato de partida
Cada vez mais o Cordel
Tá longe da despedida
São bambas os menestreis
E não há ação combalida!

Severino Honorato - Rio de Janeiro.
Versos de Severino Honorato
Foto do acervo de Dalinha Catunda