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domingo, 19 de fevereiro de 2012

CHEGANDO DE CRATO

Da esquerda para direita: Josenir Lacerda, Dalinha Catunda e Bastinha Job

Olá amigos,
Estou chegando de Crato com o balaio cheio de presentes e homenagens, numa felicidade que vocês não podem calcular. Aos poucos vou agradecendo e postando as novidades.
Este soneto feito, por Bastinha Job, é a apresentação de um cordel que a poeta e cordelista Josenir Lacerda fez em minha homenagem e apresentou no Seminário sobre o Verso Popular emocionando a plateia e mim que não tenho palavras para traduzir meus agradecimentos: A Carlos Henrique, o xilogravurista, Bastinha Job, autora da apresentação e minha querida amiga Josenir Lacerda por esta linda e inesquecível homenagem.
APRESENTAÇÃO
Soneto em acróstico

Derramou Josenir, em seu cordel
A sua alma, em versos ritmados
Lacrou no coração e no papel
Iluminados de tropos inspirados;

Narrando a brava saga de Dalinha,
Heroína oriunda de Ipueiras
Atravessou, transpôs grandes barreiras
Como abelha operária ou rainha,

A verve da poetisa Josenir
Tim-Tim por Tim-Tim sem se omitir
Usou uma linguagem tão profunda,

Na alegoria das décimas preciosas
Deixa o recado em rimas primorosas
A admirável DALINHHA CATUNDA.
*
Bastinha Job – ACC – cadeira 04
Crato, fevereiro/2012 – 02 -01
Foto gentilmente cedida pelo fotografo Kelps

4 comentários:

  1. Olá amigas Rosário e Dalinha.
    Quero deixar meu abraço a vocês e dizer-lhes:

    O Cordel de Saia tem
    Mulheres de opinião,
    E com tantas flores juntas
    Saltita o meu coração
    Como se fosse um jequi,
    Mas vou parar por aqui,
    Pra não criar confusão...

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  2. Homenagem merecida que a musas do Crato fizeram a nossa Dalinha Catunda:

    Querido Pedro Monteiro,
    Imagino a satisfação,
    Da nossa Dalinha Catunda,
    Entre as musas do Sertão.
    Bastinha e Josenir,
    Ladeando a sorrir,
    A amiga do coração.
    (com meus cheiros a todos vocês, Rosário Pinto)

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Errei na geografia,
    Mas logo, me recupero:
    O Crato não é sertão
    Ser perdoada, eu espero!
    Pelo Crato verdejante,
    Antes que sol se levante,
    A todos peço perdão
    (Rosário Pinto)

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