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terça-feira, 25 de novembro de 2014

NO FACEBOOK E NOS VERSOS

 










NO FACEBOOK E NOS VERSOS
*
Enquanto a comida queima
No face muitos suspiram
Buscando o novo na máquina
E nisso tem deles que piram
Gosto do computador
Até canto em seu louvor
Atendendo aos que pediram.

ADELMO VASCONCELOS
*
Esses versos me inspiram
Me trazendo novo look
Na Internet, eu sou
Feiticeiro, rei ou duque
Posso até me dividir
Compartilhar e curtir
Nesse tal de facebook.
*
DALINHA CATUNDA
*
Com valete e no batuque
No face eu virei rainha,
Mas como já sou coroa
Eu vou ficando na minha.
Comentando e curtindo,
Meu caminho vou seguindo,
Sem tentar sair da linha.
*
ADELMO VASCONCELOS
*
Como sou fã de Dalinha
Não posso ficar parado
No facebook, eu ouço
Belas canções do passado
Um site de cada vez
Sem erros de português
Pois entendo do riscado.
*
DALINHA CATUNDA
*
O que tem me arrebatado
No face eu vou já dizer:
É rever velhos amigos,
E poetas conhecer,
É propagar poesia,
Distribuir alegria,
Porque isso eu sei fazer.
*
ADELMO VASCONCELOS
*
Eu não deixo de comer
Para ficar sentadão
Na frente do facebook
Procurando diversão
Só quero ver coisas boas
Curtir uns versos e loas
Dos poetas do sertão.
*
DALINHA CATUNDA
*
Incentivo a interação
E seja qual for o tema.
Da palavra faço verso,
Do verso faço poema,
Quando a musa me aborda
Sinto que o lirismo acorda
Entrando em meu esquema.
*
ADELMO VASCONCELOS
*
Eu vou no passo da ema
Ponho o fone de ouvido
O mouse na minha mão
É a seta do sentido
O facebook conforta
Faz chover na minha horta
Fico todo convencido.
*
DALINHA CATUNDA
*
O meu brinquedo assumido
É mesmo o computador,
Onde digito meus textos
Engraçados ou de amor.
Gosto desta engrenagem
Aqui recebo mensagem
De um modo inovador.
*
ADELMO VASCONCELOS
*
Um poema de valor
É belo, admirável
Expondo no facebook
Me torno mais sociável
O tempo é companheiro
Mas ele passa ligeiro
E é inexorável.
*
DALINHA CATUNDA
*
Obrigada meu poeta
Pela sua interação
Eu no Rio de Janeiro
Bem longe do seu chão
Num encontro virtual
Cumprimos o ritual
Desta nossa criação.
*
Versos de Adelmo Vasconcelos e Dalinha Catunda

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