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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

PALMADAS, PROCESSO E LEI

Meus sobrinhos: e mãe: Taigo, Neide e Bruno
Acreditam que levaram umas cipoadas nas pernocas, quando moleque?
*
Os filhos de seu Hugo Pinto, como eu, foram educados numa época em que “palmada de mãe e pés de galinha", nunca molestaram, traumatizaram ou geraram ódios em seu filhos. A educação requer regras de civilidade e conduta social e familiar. Nossa educação tinha direitos e deveres. E quando fugíamos... não havia como escapar daquelas “palmada de amor”. Nossos filhos nos pedem limites e se não os oferecermos, se sentirão abandonados, negligenciados, entregues aos seus tenros e imaturos conceitos de responsabilidade e respeito; e, quem sabe à própria sorte.

Excelente e oportunos os seus versos de Dalinha Catunda. Nenhum de nós é favorável à violência contra qualquer criança e especialmente a nossas. Mas nos dias de hoje está difícil criar os filhos. Há uma interferência desnecessária do poder público. Por que não legislarem em favor de qualidade na educação pública, investir em educação de base - aquele que aprendemos aos 4, cinco aninhos em que pai, mãe, avós e qualquer familiar deve ser respeitado e respeito. Segundo o dito popular: "o costume de casa vai à rua". Vamos lá parlamento!!!, legislem menos em causa próprio em mais em causa pública. Aposto que acertarão e serão bem recebido. Afinal, nos brasileiros, somos generosos e desejamos uma sociedade mais justa, com igualdade social e sem termos de nos imiscuir na educação familiar. 
"Mão de mãe, nem pés de galinha nunca mataram suas crias", nem formaram filhos agressivos e sem limites. 

ALERTA VERMELHO:
QUANDO OS PAIS NÃO EDUCAM COM AMOR, O MUNDO O FAZ COM ÓDIO e RANÇO!


PALMADAS DE MÃE

Não tem lei e nem juiz
Em minha jurisdição
Que me impeça de agir
Conforme minha decisão.
Sendo no caso, palmadas.
Elas serão aplicadas
Como forma de lição.

Já criei dois filhos machos
No carão e na palmada.
Quando eu não era ouvida
Minha mão era escutada,
E garanto que deu certo
Tenho meus filhos por perto
E por eles sou amada.

Dos meus pais eu apanhei
O intuito era a correção.
Era menina levada
Carente de educação.
Mas apesar dos meus ais
Eu adoro os meus pais,
Rancor eu não guardo não.

A criança tem direitos,
E tem deveres também,
Não deve ser maltratada
Mas ter limites convém
Para repassar valores,
Não devemos ter pudores,
Nem a lei dizer amém.

Que venha primeiro a palavra,
Com ela venha o sermão,
Mas caso não tenha jeito,
O jeito é usar a mão
E recorrer à palmada,
Que hoje é renegada,
E outrora foi solução.

Foi assim que eu fui criada,
Assim meus filhos criei,
A lei por mim aplicada
Foi dos meus pais que herdei.
Aprendi a ter limite
Quando a palmada, acredite!
Era o processo e a lei.
(Dalinha Catunda)

Muito tem-se falado da Lei da Palmada, que prevê punições a pais que batem em seus filhos, O texto sujeita os pais infratores a penas sócio educativas e até ao afastamento dos filhos. Esta lei foi aprovada, por unanimidade, na  Câmara dos Deputados (14/12).
Como pai que sou jamais bati nos meus filhos, encontrei outra forma de puni-los, sem o castigo físico, portanto não darei minha opinião pessoal, mas encontrei um trabalho da poeta Dalinha Catunda (foto), “Palmadas, Processo e Lei” que em sés estrofes deixa bem claro a linha de pensamento a maioria dos pais brasileiros e mostra que essa Lei nada mais é que uma demagogia barata.
PALMADAS, PROCESSO E LEI

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