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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Sala de visitas recebe ZILMA FERREIRA PINTO

 Cordel de Saia recebe a poetiza e cordelista. Agradecemos a Nelcimá de Morais a remessa dos versos.
Zilma Ferreira Pinto
 
Abram alas, meus senhores,
para o verso popular
que em nosso Cordel de Saia
a mulher tomou lugar.
É cordel feito ciranda
cantada à beira do mar
*
Vem de lá Xica Barbosa
com seu repente brilhante.
Vem Zilma Ferreira Pinto
Vem Socorro Cavalcante.
Nelcimá e tantas outras
Levando o cordel adiante.
*
Abram alas, meus senhores,
pra ciranda do cordel.
Que nesta nossa ciranda
a mulher tem seu papel.
E o cordel que ela canta
tem a doçura do mel.

(Zilma Ferreira Pinto, poetisa e cordelista)

paraibana, autora dos cordéis.
Obras publicadas:
- Romance de Mané Besta e da Princesa Sabida
- A Demanda do Santo Graal
- A historia da Santa Igreja de Abraão e Jesus Cristo
- O Romance de Ferdinando e Maria
- Os Mártires de Cunhaú
- O caso do fogo de Ageu acontecido em Barra de Santana na ribeira do Paraíba do Norte
- A vida de Maria da Pedra ou a gesta de uma mulher que se tornou personagem do Parque da Pedra da Boca.

Cabedelo, 17 de outubro de 2011.

2 comentários:

  1. Aqui no Cordel de Saia
    Eu nunca estou de saída
    No susto encontrei a porta
    Que dá direto pra vida
    Cada verso um recomeço
    Cada estrofe uma jazida!

    Quem chega não se despede
    Revive, rever, entende
    Que hospedar-se tem preço
    Pelo Cordel compreende
    Que o nordestino nato
    De sertão ele descende!

    Severino Honorato

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  2. Obrigada Severino Honorato por prestigiar com sua visita o Cordel de Saia. Abraço, rosário

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